Trajetória de péri

Poeta, Cantor e Compositor

Quem é Péri?

Cantor, compositor e poeta Péri (Periandro Cordeiro Nogueira, 1965 – presente) — que por vezes assina “Periandro“, seu nome de batismo — nasceu em Salvador, capital da Bahia; onde o Brasil também nasceu.

Bisneto de João Ferreira, indígena de Salinas da Margarida, na Baía de Todos os Santos, ao sul do Recôncavo Baiano, e de Carmélia Stavola, comerciante migrante da Itália. É neto de Julieta Ferreira, dona de casa, e do servidor público Periandro Cordeiro — de quem herdou o nome em homenagem a um dos 7 sábios da Grécia Antiga. É filho da professora da Academia Baiana de Letras Célia Cordeiro, primeira mulher Secretária de Educação da história da Prefeitura de Salvador.

Ainda menino, escutava o som dos blocos de batucada mais tradicionais do bairro, os Apaches do Tororó e Secos e Molhados, que concentravam nos dias de Carnaval na porta da casa de seus avós, na rua da Capelinha, quintal da Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Amparo do Tororó. Dentre suas maiores influências, destacam-se João Gilberto, Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Despertado pela música, aprendeu as primeiras noções de violão com o seu tio-avô, o violonista Amilton Ferreira. Em seguida, montou a Banda Deita e Rola com amigos do bairro do Acupe; Chico Nascimento, Paulinho Mesquita, Luiz Galvão e Adno Rezende. Foi o primeiro passo para os festivais de escola, apresentações na noite em bares, boates, bailes e em carnavais, quando cantou na Banda Pike em 86 e 87 em cima de trios elétricos em Salvador, circuito oficial do maior Carnaval do mundo.

Já na carreira solo, se abeirando à mpb, ao samba e à bossa, se apresentou em algumas casas tradicionais da capital baiana, dentre o Teatro Castro Alves, Concha Acústica, Teatros do ICBA e da Acbeu, bem como nos famosos bares Canoa e Berimbau. Péri foi considerado destaque nas edições de 86 e 90 do Troféu Caymmi — o mais respeitado e concorrido prêmio da música baiana —, levando os troféus de melhor compositor, intérprete, produção, show, iluminação e banda.

Migrando para São Paulo em 1991, mas nunca deixando de reafirmar suas origens baianas em suas letras, poesias e composições, Péri voltou aos palcos no Crowne Hall, Piccolo, Memorial da América Latina, Melograno, Sesc Pompeia, Circuito Sesc e dos Teatros dos CEUs. Em 1998, fundou a Baticum Music com o amigo e sócio Ro Fonseca, selo alternativo e produtora de som para o mercado fonográfico e publicitário.

Nos anos 2000, foi convidado a viajar para gravar álbum com selo americano em Los Angeles, Califórnia, o que desaguou em apresentações musicais no Amphitheatre Hollywood de LA, em show no Festival de Vicky na Espanha nas proximidades de Barcelona, e até em lançamento no Japão.

Gravou ao todo 14 álbuns; “A Cama e a TV” (1997), “Morda Minha Língua” (2001), “Ladainha” (2003), “Samba Passarinho” (2005), “Segundo Tempo” (2007), “Vibe” (2009), “2012” (2012), “O Eterno Retorno” (2016), “O Bem do Mar“ (2020), “Eu e o Tempo“ (2022) e “Canções Flutuantes — Vol. 1 , 2, 3 e 4” (2023 – 2025). “Samba Passarinho“ foi finalista do Grammy Latino, do Prêmio da Música Brasileira e ganhou o Projeto Rumos Itaú Cultural.

Péri já teve composições gravadas por uma miríade de nomes; dentre eles a imortal Gal Costa, a Ministra da Cultura Margareth Menezes e a ativista africana Fattú Djakité, além de Jussara Silveira, Ceumar, Vânia Abreu, Guilherme Valverde, Eliana Printes, Ione Papas, Bia Góes, Patricia Talen, Denise Melo, Carlos Navas, Vanderlei Carvalho, Zé Guilherme, Ricardo Chaves, e pela banda Pau D’Água.

CATRACA LIVRE

RECORD NEWS (2017)

GLOBO.COM (2017)

O cantor e compositor baiano Péri é atração do projeto Domingo no TCA, no dia 21 de maio, em Salvador. O artista vai homenagear Roberto Carlos & Erasmo Carlos no show intitulado “O Meu Amor Maior do Mundo”. Os ingressos custam R$ 1 (inteira) e R$ 0,50 (meia) e serão vendidos a partir das 9h do dia do evento, com entrada imediata do público.

A apresentação será iniciada às 11h, na sala principal do Teatro Castro Alves. No repertório, Péri traz uma seleção de canções marcantes da dupla Roberto e Erasmo, que vêm conquistando várias gerações, a exemplo de “Como É Grande o Meu Amor Por Você”, “Olha”, “Proposta”, “Esqueça” e “Detalhes”. “O Meu Amor Maior do Mundo”.

“É um show de celebração ao amor e amizade, à paz e à tolerância”, diz o artista, que subirá ao palco acompanhado pelos músicos Rodrigo Fonseca no baixo, Cuca Ferreira no sax barítono e Marcelo Éfori na bateria.

Periandro Cordeiro Nogueira, Péri, tem 52 anos. Ele nasceu em Salvador, onde ouvia, ainda menino, o som dos blocos mais tradicionais do bairro, Apaches do Tororó e Secos e Molhados, que se concentravam nos dias de carnaval na porta da casa de seus avós. Despertado o interesse pela música, montou a banda Delta e Rola com amigos do bairro do Acupe, passo inicial para os festivais de escola, apresentações como crooner de boate, bares, bailes e em carnavais, quando cantou na Banda Pike, nos anos 1980.

Já na carreira solo, Péri se apresentou no TCA, Concha Acústica, teatros do ICBA e da ACBEU, em Salvador. Péri foi considerado destaque nas edições de 85 e 90 do Troféu Caymmi — o mais respeitado e concorrido da música baiana —, levando os prêmios de melhor compositor, intérprete, produção, show, iluminação e banda. Mudou-se para São Paulo em 1991.

O cantor baiano já fez apresentações no John Anson Ford Amphitheatre, Hollywood, em Los Angeles, Estados Unidos, e no Festival de Vicky, Barcelona, na Espanha. No Brasil, fez shows no Memorial da América Latina, Sesc Pompeia, Biblioteca Mário de Andrade e Museu de Arte Moderna da Bahia, dentre outros espaços.

Gravou os álbuns “A Cama e a TV” (1997), “Morda Minha Língua” (2001), “Ladainha” (2003), “Samba Passarinho” (2005), “Segundo Tempo” (2007), “Vibe” (2009), “2012” (2012) e “O Eterno Retorno” (2016).

O CD Samba Passarinho foi finalista do Grammy Latino 2006, Prêmio Tim 2006 e do Projeto Rumos Itaú 2005.

Péri já teve composições gravadas por nomes como Gal Costa, Vânia Abreu, Jussara Silveira e Margareth Menezes.

“DOMINGO NO TCA” APRESENTA:

PÉRI — “O meu amor maior do mundo” — tributo a Roberto Carlos & Erasmo

 
Bravo! Cultura CD Péri, na contramão da sintaxe efusiva por Tárik de Souza
Publicado 26/07/2016 02h05 Dorival Caymmi e Gilberto Gilsão dois dos autores que influenciaram o disco O Eterno Retorno.
Gravado por cantoras como Gal Costa (Voyeur), Vânia Abreu (Diga que me ama, Dó de Mim, Imaculada Oração) e Jussara Silveira (Gangorra de Dois), o compositor, cantor e violonista baiano Péri, radicado em São Paulo desde a década de 90, desembarca seu oitavo disco, na contramão da sintaxe efusiva da maioria de seus conterrâneos contemporâneos. Como no ambiente minimalista de Samba Passarinho (2005), no nietzschiano O Eterno Retorno ampara-se somente na voz e no violão, um antigo Romeo 3, de 1984. Das 13 faixas, não têm sua assinatura apenas as matriciais Saudades da Bahia, de Dorival Caymmi, de 1947, e Eu Vim da Bahia, de Gilberto Gil, de 1965, dois dos autores que mais o influenciaram. Entre as inéditas, a inicial Corre Saveiro (mostra a tua valentia/ a lua no céu é a luz/ que te leva nas águas da Bahia), com seus arroubos e negaças cerzidas nas cordas, foi inspirada no livro Mar Morto, de Jorge Amado, o avatar literário de Caymmi.

SINTONIA FINA

“O cantor e compositor baiano Péri lança seu quarto disco solo e dá sequência a uma carreira que começou na virada dos anos 90, se tornando um dos jovens talentos mais promissores da Bahia. Em São Paulo, conquistou a admiração do mundo musical, embora ainda não tenha chegado ao chamado grande público, mas ainda está em tempo, porque seu novo disco é um show de MPB moderna, pop, e muito popular, com novos sambas que retomam as melhores tradições e vão adiante. Como neste Segundo Tempo, que parece um clássico, que poderia ser cantado por João Gilberto.”

CORREIO DA BAHIA

Música Show

ESTADO DE SÃO PAULO

Brasil no Grammy

“O criativo Marcelo Kertész, é o único brasileiro a concorrer ao Grammy Latino na categoria Melhor Projeto Gráfico, com o trabalho que desenvolveu para o cantor e compositor baiano Péri, no CD Samba Passarinho. Apesar de pouco conhecido no Brasil, o CD do cantor tem despertado o interesse do público em outros lugares do mundo, como o Japão. O Grammy Latino será entregue, em Nova York, no Madison Square Garden, no dia 2 de novembro.”

No quinto CD da carreira, o baiano opta pelo ritmo cadenciado e tem a companhia de conterrâneas

Péri na roda do samba

“Só fica na roda quem sabe sambar. A assertiva está na letra de O mundo virou, uma das 13 canções de 2º Tempo, novo CD do baiano Péri, que nesse quinto álbum dá provas de sua ginga e marca de vez seu lugar entre os bambas. O disco chega depois do bem-sucedido Samba Passarinho (2004) – finalista do Prêmio Tim e do Grammy Latino, em 2006 – e conta com participações especiais de Vânia Abreu, Jussara Silveira, Sylvia Patrícia e Marcela Bellas. Feliz com o resultado do novo trabalho, que teve lançamento oficial no Sesc Pompéia (São Paulo), dia 14, o cantor, compositor e violonista acredita ter encontrado agora a trilha certa para seu trabalho.

“É isso, esse é o tipo do samba que quero e que gosto de fazer, que me deixa feliz”, comenta, por telefone, dois dias depois do show. Para o músico, a sofisticada sonoridade de 2º Tempo já dava mostras de sua presença, mesmo disfarçada entre as batidas eletrônicas e misturas pop de seus primeiros trabalhos. Em A Cama e a TV (1997), CD de estreia e o mais pop deles, lá estava O samba é bom, composição dele mesmo. Com Morda Minha Língua (2000), repetiu a microdose com Mamãe falou e, durante as gravações de Ladainha (2003), chegou a se queixar de ser “perseguido” em quase todas as canções pela cadência do samba. “As sementes estavam todas plantadas”, diz.

A colheita começou com Samba Passarinho, uma arriscada aventura voz e violão, só com sambas. Deu tão certo e deixou o músico tão satisfeito que ele apostou nessa segunda investida, acrescentando agora outros instrumentos e, como numa boa roda de samba, contando com a participação de artistas que foram chegando devagarinho, aqui e ali. “O melhor é que nenhuma das participações foi planejada, mas aconteceram meio que por acaso, em encontros de amigos”, comenta. Foi assim com Jussara Silveira (Veloz) e Vânia Abreu (O mundo virou), que no Baticum, estúdio do cantor, experimentaram canções que depois acabaram por gravar. Vânia, aliás, já tem várias composições de Péri em seu repertório, o que também não costuma faltar nos shows de Jussara – ele tem canções gravadas ainda por Gal Costa (Voyeur), Ceumar, Eliana Printes e Margareth Menezes. Também foi casual seu encontro com Sylvia Patrícia (Tem quem queira), no Baticum mesmo, e com Marcela Bellas (Dor de cotovelo). “Fui ver um show dela e gostei muito da mistura de ritmos populares e eletrônica. Gravar com Marcela foi bom porque marca a chegada de uma outra geração, numa continuidade de interesses musicais”, observa.

Além do time das meninas, que, como Péri, escolheram uma trajetória diferenciada no circuito da música baiana, Péri também trouxe para sua roda o baterista Serginho Resende, presente em todas as faixas, com exceção de O amor – composição do velho parceiro Beto Pelegrino –; Rodrigo Fonseca (guitarra em Segundo tempo, Mil maravilhas e Veloz; Ricardo Valverde (percussão em Segundo tempo e Cadê quem); Webster Santos (violão de aço em O mundo virou e viola e bandolim em Maledicência), o baixo de Fernando Nunes (A bola da vez e Dê o fora) e os violinos de Ricardo Hers (O amor). “Gravei primeiro com o Serginho, bateria e guitarra. Achei o conceito e depois me cerquei de pessoas que trouxeram cada um a sua marca”. E muita bossa.

 

Péri, além de assinar 11 das 13 composições do CD, também toca guitarra semi-acústica em todas elas – exceto em O amor –, pratos em Mil maravilhas e seu violão de nylon em outras. De outros compositores está também Três sorrisos – parceria de Chocolate e Mário Lago, já gravada por Nelson Gonçalves – e sua dividida com Ariston, em Cadê quem. “Fiz um trabalho quase minimalista em Samba passarinho e, em 2º Tempo, fiz uma escolha pontual de instrumentos, cuidadosa, sem nenhum excesso”, afirma. O resultado é extremamente agradável, com melodias que seduzem pela batida suave e bem marcada e pelas letras muito bem construídas e que pegam fácil, fácil.

“Sou um cancioneiro. Minha base é melódica e gosto de valorizar a poesia, a letra”, define-se. Daí o gostinho especial pelo samba e pela garimpagem de um ritmo puro, livre de excessos e peripécias instrumentais. Da cadência que sempre o “perseguiu”, tira boas tocadas e uma musicalidade de primeira. “No pop, tem muita gente que enrola, mas com o samba não dá para fingir”, afirma. Não à toa, louva o ritmo e faz brincadeiras com o prazer de se sentir pleno com ele. “É um ritmo nosso, brasileiro. A gente se lasca para fazer um jazz, mas o samba sai naturalmente”. Desde 1991 morando em São Paulo, o artista mantém vínculo permanente com sua terra, principalmente o musical. Para abril, planeja lançar aqui o CD e seguir por aí com os shows do disco. No futuro, quem sabe uma seleção do repertório de Gilberto Gil. “Acho que gravações de grandes nomes são sempre bem-vindas.

“Nunca é demais”, pontua. Mesmo com o seu próprio estúdio e com um selo de mesmo nome, a Baticum Discos, se angustia quando pensa no mercado musical. “As relações com o mercado hoje estão muito complexas. Gravar, fazer shows, sobreviver com a música demanda uma estrutura empresarial bastante organizada e muito investimento”, comenta.

O compositor também não economiza críticas quando o assunto são leis de incentivo. “Grandes empresas acabam por investir só em quem já tem o nome firmado e exposto na mídia e quem está chegando ou é pouco conhecido acaba por nunca conseguir patrocínio para seus projetos”, aponta, defendendo uma possível mudança de critérios para o destino de verbas via incentivo fiscal. Para as novas tecnologias, elogios. “Tinha muito preconceito com algumas ferramentas, mas hoje as vejo com bons olhos, como o próprio MySpace”, comenta, contente com as facilidades de atualização de informações e de comunicação com outros músicos. Mais que nunca, ele está na roda.”

Saindo da toca

Baiano bom de letra

Na música baiana atual, contagiante pelo ritmo de seus atabaques e excitante por suas danças cada vez mais acrobáticas, a poesia, que já reinou na terra de Castro Alves, tem sido jogada para escanteio. É só observar a profusão de “iô-iôs” e “aê-aês” da chamada axé music.

No disco A Cama e a TV,o compositor Péri, de 31 anos, que há seis trocou Salvador por São Paulo, mostra que é um dos poucos baianos da nova geração a se preocupar com as palavras que canta. Suas letras falam das angústias da época atual. Na faixa-título de seu único CD, lançado à própria custa num orçamento de 40 000 reais, ele canta: Vai a vida captando a vida / Via satélite pra todo mundo ver / Num quarto escuro / A cama e a TV.

Péri, que na verdade é Periandro Cordeiro Nogueira, aprendeu violão de ouvido, antes de ter aulas de harmonia

No disco A Cama e a TV, o compositor Péri, desde cursos de extensão na universidade, na época em que cursava História. “O que mais me influenciou foram as canções de Dorival Caymmi e Luís Gonzaga”, relembra. Quando decidiu morar em São Paulo, Péri conheceu o poeta concretista Augusto de Campos, que o incentivou através de um texto em que resume algumas de suas qualidades: “Péri tem bela voz, elegância cênica e, além de compor com sensibilidade, sabe reler o cancioneiro moderno em interpretações muito originais”. No disco, as regravações são de Dominguinhos e Anastácia (Só Quero um Xodó) e Gilberto Gil (Eu Vim da Bahia). Ambas se encaixam como luva tanto no CD quanto em sua biografia.”

Celso Masson

Péri mostra o show “A Cama e a TV”

“Hoje e amanhã, o Piccolo Espaço Cultural recebe mais uma vez o cantor e compositor Péri, com o show “A Cama e a TV”. A apresentação é basicamente de músicas do CD homônimo, primeiro trabalho do artista soteropolitano, lançado recentemente. “Levei uma ano e meio para produzir esse disco, de forma independente, com a ajuda dos amigos”, diz Péri. Foram produzidas 3.000 cópias de “A Cama e na TV”. O show é o mesmo apresentado no local no mês passado. O repertório terá músicas como “O Querer”, de Caetano Veloso, “Vim da Bahia”, de Gilberto Gil e “Eu Só Quero um Xodó”, de Anastácia e Dominguinhos. “Todas com arranjos diferentes”, afirma Péri. “Apesar de eu ter composto a maioria das músicas do disco, acho interessante cantar músicas de outros artistas.” Os músicos Rodrigo Fonseca (guitarras e violão), Du Moreira (baixo), Ricardo Moska (bateria) e Márcio Forte (percussão) acompanham Péri no show.

“A Cama e a TV, CD de estréia do cantor baiano Péri, mostra composições próprias de bom estilo baiano pós-tropicalista, com bossa nova e canções melancólicas. Péri é a grande revelação vocal compositiva da temporada.”

Luís Antonio Giron

Geração X

O som de Péri é definido por ele como “MPB com algo pop”. “MPB sempre me influenciou. Dorival Caymmi, Caetano, Gil, Luiz Gonzaga e artistas da minha geração, a geração X, são as minhas influências”, diz Péri, de 31 anos. “Nós desta geração estamos numa encruzilhada entre o que aconteceu e o que vai acontecer”, diz o baiano de nome grego. Seu nome verdadeiro é Periandro que, literalmente, quer dizer “homens em volta”. “Na Grécia Antiga, periandro era o local onde os filósofos se reuniam para trocar idéias”, explica o cantor.”

Marcelo Negromonte

“Péri prova em 12 faixas que é um dos grandes talentos da MPB atual. Essencial”

Revista Época – (SP)

“Esse passarinho é raro, tranquilo e mavioso”

Diário da Manhã (Goiânia)

“Péri chega ao seu melhor trabalho”

Correio Popular (Campinas – SP)

…”ótimo manifesto de sambista minimalista”

Jornal do Brasil (Rio de Janeiro)

“O disco é daquele para ouvir de uma vez só, faixa a faixa, samba a samba.”

Correio Brasiliense (Brasília-DF)

 “Péri honra o samba em seu novo cd”

O Estado de São Paulo (SP)

 “Péri tem dois trunfos: é ótimo compositor e cantor de boa e sabiamente colocada voz”

O Popular – (Goiânia)

“Uma estonteante revelação do samba”

Diário do Pará (Belém)

“Nota dez em harmonia”

A Tarde (Salvador-BA)

“Samba passarinho chega ao público com asas”

Folha de Londrina (Londrina – PR)

“O disco justifica o contentamento do compositor”

Correio da Bahia (Salvador –BA)